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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

4º ANO - A LENDA DA CANDELÁRIA

A LENDA DA CANDELÁRIA

 




Conta que uma embarcação chamada de Candelária estava em uma grande tormenta, um casal espanhol (Antonio Martins Palma e Leonor Gonçalves) fez uma promessa a Nossa Senhora da Candelária que edificariam uma capela onde conseguissem aportar e essa hermita foi construída no local onde hoje é a igreja em 1609, a partir dai foram sendo construídas templos maiores ate que hoje temos uma das mais importantes pela historia e pela galeria de artes sacras de artistas renomados de vários períodos históricos.
Em 1993 acabou sendo conhecida internacionalmente por causa da chacina de Menores de Rua ocorrida em sua Frente.


TARDE





















MANHÂ










sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

terça-feira, 30 de julho de 2013

2º ANO- O HIPOPÓTAMO CALORENTO

 O HIPOPÓTAMO CALORENTO




Texto: Mwenye Hadithi 

Ilustrações: Adrienne Kennaway 

Desenho animado: 6 minutos 

Com calor, o hipopótamo queria morar na água. Para isso precisava da licença do Deus de Todas as Coisas. 

Prêmios:Horn Book Fanfare Book. Desenho animado de 6 minutos.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

3º ANO- AS PASTAS DE LITERATURA SERÃO ENTREGUES EM AGOSTO

1º ANO - O GATO DE BOTAS

 O GATO DE BOTAS

 

Há muito tempo atrás morreu um moleiro que tinha três filhos. Era pobre, mas deixou uma coisa para cada um. O mais velho herdou o moinho, o filho do meio um burro e o mais novo um gato.
O mais velho tornou-se moleiro como o pai, o segundo partiu na garupa do burro à procura de fortuna e o mais novo sentou-se a chorar. “O que faço com um gato?”, lamentava-se. “O que será de mim?”
O gato, vendo-o desesperado, aproximou-se e disse: ” Não te preocupes. Arranja-me uma capa, um chapéu com umas belas plumas e um par de botas novas. Do resto trato eu.”
O rapaz secou as lágrimas e obedeceu.
No dia seguinte, o gato enfiou as botas e correu para o castelo, veloz como o vento, para oferecer um coelho ao rei. “Isto é um presente do meu amo, o Marquês de Carabás!”, disse o gato a sua majestade.
E durante sete dias seguidos, apresentou-se todas as noites ao rei com novos presentes: lebres, perdizes, faisões…
No castelo estavam todos cheios de curiosidade.
“Que homem generoso, este Marquês de Carabás!”, comentavam na corte.
Gostaríamos tanto de conhecer o teu patrão”, disse um dia a rainha ao gato.
“O Marquês de Carabás terá muita honra em vos convidar para o seu castelo”, responde-lhe o gato.
O dono do gato ficou aflito e suspirou: “Oh, não! Todos ficarão a saber que sou pobre!”
“Não te preocupes e faz o que te digo”, disse o gato. “Amanhã irás tomar um banho ao rio.”
“Mas não sei nadar”, lamentou o rapaz.
“Não faz mal”, respondeu o gato, “confia em mim!”
O gato sabia que o rei e a rainha iam passear na sua carruagem junto ao rio. Esperto como era, mal sentiu os cavalos a aproximarem-se, atirou o patrão à água e gritou: “Socorro! Socorro! O meu patrão, o Marquês de Carabás, está a afogar-se!”
O rei ordenou aos criados que salvassem o marquês. Depois deu-lhe roupas secas e luxuosas e disse que ele e a rainha gostariam muito de visitar o seu castelo. O falso marquês desatou a chorar, pensando que tinha sido descoberto, mas o gato não perdeu tempo a consolá-lo. Tinha-lhe arranjado roupas novas, só faltava encontrar-lhe uma casa.
E, sem hesitar, correu para o castelo de um feiticeiro.
“Diz-me uma coisa, feiticeiro, é verdade que podes  se transformar em qualquer animal?”, perguntou o gato com muita astúcia.
O feiticeiro se transformou em um leão enorme. O gato , então perguntou, se ele conseguia se transformar num animal pequenino como um rato, por exemplo, isso sim é que seria incrível!
“Já vais ver!”, respondeu o o feiticeiro. Num instante, transformou-se num pequeno ratinho, que o gato engoliu de uma só vez! Depois apoderou-se do castelo do feiticeiro, instalou-se com o seu patrão e convidou o rei e a rainha para jantar.
Os reis aceitaram o convite e levaram consigo a sua filha, uma bela princesa por quem o filho do moleiro logo se apaixonou.
O rei e a rainha organizaram um baile maravilhoso para festejar o casamento.
A partir de então, graças ao gato das botas, todos viveram felizes para sempre.